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Editora: Rocco
Ano: 2011
Autor(a): Valerie Steele
Lingua: inglês
Estado do livro: usado com amarelados nas bordas e páginas devido a ação do tempo. A capa possui arranhões sutis
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Sinopse:
O espartilho é provavelmente a peça de vestuário mais controversa da história da moda. Embora tenha sido considerado um elemento essencial do traje elegante desde o Renascimento até o século XX, o espartilho também foi frequentemente condenado como um instrumento de tortura e causa de problemas de saúde. Por que as mulheres continuaram a vestir espartilhos de aço e barbatanas de baleia durante quatrocentos anos? E por que finalmente deixaram de usá-los? Este livro ricamente ilustrado oferece respostas fascinantes e muitas vezes surpreendentes a essas questões. Valerie Steele, uma das mais respeitadas historiadoras da moda no mundo, explora a história cultural do espartilho, desmontando mitos sobre essa peça notória e revelando novas informações e perspectivas sobre o seu significado mutável ao longo dos séculos.
Enquanto a maioria dos historiadores enquadrou a história do espartilho em termos de opressão versus libertação e moda versus saúde e conforto, Steele sustenta que as experiências das mulheres com a corseteria variaram consideravelmente e não podem ser plenamente compreendidas dentro desses enquadramentos restritos. Com base em extensa pesquisa em fontes textuais, visuais e materiais, a autora refuta a crença de que o espartilho fosse perigosamente prejudicial à saúde e de que tivesse sido concebido principalmente para a opressão das mulheres. As mulheres persistiram em usar espartilhos — apesar das poderosas autoridades masculinas que tentavam dissuadi-las — porque a corseteria possuía conotações positivas de status social, autodisciplina, juventude e beleza. No século XX, a peça em si saiu de moda, mas, como Steele observa, ela foi internalizada à medida que as mulheres substituíram o espartilho com barbatanas por dieta, exercícios e cirurgia plástica. O livro conclui com análises perspicazes de desenvolvimentos recentes, como a reconcepção do espartilho como símbolo de rebeldia e empoderamento sexual feminino, o ressurgimento do espartilho na alta moda contemporânea e sua transformação de item de roupa íntima em vestuário externo.
